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resumo

TABernal
I Festival de Tunas Académicas do ICBAS


A inauguração deste “espaço” há muito ambicionado pela Tuna Académica de Biomédicas teve lugar no dia 29 do terceiro mês do ano de 2008! Estas são apenas algumas das imensas memórias que ficaram na mente daqueles que nunca esquecerão este dia…

Nessa madrugada a ansiedade era muita. Quando a luz tomou conta do dia, e após um despertar em sobressalto, uma espreitadela à janela sossegava os piores prognósticos dum dia chuvosamente cinzento que poderia ter ofuscado os planos de uma data que se viria a confirmar brilhante nas páginas da história da nossa tuna. 

A maratona organizativa continuava em ritmo de corrida e já eram quase horas de receber os nossos amigos das tunas convidadas! Engolido o almoço, corremos para o ICBAS onde tudo estava a ser ultimado para o Porto d’Honra, a ter lugar na Biblioteca de Química da nossaFaculdade. Ao sabor de um vinho fino deliciosamente acompanhado pelas primeiras notas, começava-se assim a promover um espírito de convívio Académico, único neste tipo de certames e o TABernal estava oficialmente aberto ao público!            

A interacção entre as tunas continuou a ser promovida com as actividades que preparámos para enriquecer o programa dum dia que tentámos planear para se tornar inesquecível para todos os intervenientes. Entre serenatas, jogos tradicionais e “provas de Baco” nas imediações do companheiro “Piolho”, o corpo foi-se preparando e as mentes tornavam-se cada vez mais alertas para proporcionar um grande espectáculo que o Teatro do Campo Alegre se viria a revelar impróprio para receber.

Durante o “Tunas Paper” já alguns elementos do “STAF” (Serviço Tabiano de Avacalhoamento de Festivais) tentavam no Campo Alegre ir contornando todas as dificuldades que os elementos do Teatro insistiam em levantar… parecia que finalmente tudo estava a postos. As tunas iam chegando e alternadamente foram testando o som do auditório, dentro do possível, e acomodando o estômago com um jantar caprichosamente servido no “Café das Artes”.

Eram 21h30min e tudo estava a postos, mas os donos da sala insistiam em não abrir portas por motivos que nos eram totalmente alheios. Já passavam das 22h quando finalmente com o público sentado, enchendo por completo o auditório com capacidade para 400 pessoas, começamos o espectáculo. Esforçando-nos por esquecer todos os contratempos que os elementos do TCA nos levantaram, as horas que se seguiram foram absolutamente inesquecíveis e fantásticas, sobretudo se tivermos em conta que foi a primeira vez que a TAB organizou um festival.

A abrir o festival, depois de uma apresentação em vídeo editada de forma brilhante e projectada em tela sobre o palco, surgiu surpreendentemente ao abrir das cortinas o Coral do ICBAS. Esta entrada surpresa acabou em beleza com um arranjo magnífico da música “Madalena” celebrizada por inúmeras tunas nacionais, arranjo da autoria do seu Maestro (e júri do festival) António Sérgio Ferreira. Seguiram-se as actuações das tunas a concurso, apenas intercaladas pela deslumbrante actuação das meninas da Tuna Feminina de Biomédicas a abrir a segunda parte.

 

A Real Tuna Universitária de Bragança repleta de alegria e boa disposição começou por contagiar todos os presentes. A Tuna de Medicina do Porto com a habitual classe instrumental que passeia em palco encantou a plateia. Seguiu-se a Tuna Académica do ISEP que após a já conhecida entrada “Alexandrínica” nos brindou com um belo espectáculo onde se destacou a prestação do porta-estandarte. A tuna da FEP aliou uma magnífica prestação colectiva com a brilhante actuação dos seus pandeiretas. E por fim o público deixou-se embalar pela fantástica actuação da Tuna da Católica que espantou a plateia, particularmente, com a musicalidade e afinação dos seus solistas.

O festival não poderia, contudo, ser encerrado antes da actuação da tuna anfitriã que, já em hora muito avançada, brindou os resistentes na plateia com o seu melhor. Actuação apenas interrompida pela projecção de um vídeo surpresa que deixou todos os elementos da TAB com uma lágrima no canto do olho…

...e emocionados, choveram os agradecimentos: obrigado Biomédicas, obrigado amigos, obrigado público e obrigado a todos os patrocinadores e amigos que tornaram possível este nosso sonho! Como alguém disse: “apesar de todas as condicionantes e inexperiência, fizemos o melhor que soubemos, conseguimos e… que nos deixaram!”

No meio de um sentimento tão forte de dever cumprido até nos esquecemos de chamar ao palco o júri, ao qual mais uma vez pedimos desculpa e agradecemos encarecidamente a disponibilidade. Não podíamos era deixar de entregar os merecidos prémios aos que no meio deste fantástico convívio se acabaram por destacar. E assim ditou o incontestável Júri:

Prémios I TABernal:


“Quem Bate Palmas Bate Palmas”
* (Melhor Tunas Paper)

 


: Tuna de Medicina do Porto


Melhor Porta-Estandarte

 


: Tuna Académica do ISEP


Melhor Instrumental

 


: Tuna de Medicina do Porto


Melhor Pandeireta

 


: Tuna Académica da FEP


Melhor Solista

 


: Tuna da Universidade Católica do Porto


* Tuna + Tuna

 


: Real Tuna Universitária de Bragança


2ª Melhor Tuna

 


: Tuna Académica da FEP


Melhor Tuna

 


: Tuna da Universidade Católica do Porto

                

* Prémios atribuídos pela organização

Vídeos da entrega de prémios:
(clique para abrir)

Vídeo 1 | Vídeo 2

Para terminar este texto, que se pretende de memórias sobre um dia que foi inesquecível e marcante na história da nossa Tuna fica a promessa: 2009 ficará marcado pela reabertura de portas do nosso “TABernal”, mais maduro, experiente e… surpreendente!

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by Pedro Pinto "Saúl"